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Doces Tentações

Página para adultos, com textos que procuram seduzir e levar o leitor ao extase.

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Sedução de Verão

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Era um dia de Verão normal, passado na praia, no Algarve, entre amigos de longa data. Uns mergulhos, muita brincadeira e ao final da tarde, umas imperiais (antes canecas) na esplanada do bar da praia. Foi precisamente entre copos de cerveja que acabei por conhecer duas raparigas. As mesmas foram-me apresentadas por um dos meus amigos. Fiquei a saber que uma era neta de um dos habitantes da vila onde eu estava a passar férias e a outra era uma amiga dela que vinha passar férias com ela. Foi precisamente essa segunda rapariga que me chamou a atenção. Era morena, alta, cabelo escuro e corpo atlético. Infelizmente não era muito dotada em termos de seios, mas era bonita e bastante simpática. Acabámos por conversar um bocado durante a nossa sessão de copos naquela tarde. Depois, no regresso à vila, continuámos a nossa conversa. Achei tratar-se de uma rapariga bastante interessante e fiquei com alguma esperança de a voltar encontrar na vila, durante a noite.

Após o jantar, lá fui ter ao bar da vila onde tinha quase a certeza de reencontrar a Manuela (era este o seu nome). Chegado ao bar, bebi um café e pedi um wiskie, o qual fui bebendo devagar, enquanto sentado ao balcão, envolto nos meus pensamentos, particularmente o que haveria de dizer à Manuela quando me cruzasse novamente com ela, por forma a manter a sinergia positiva que tínhamos tido de tarde.

Passados longos minutos, resolvi dar uma volta pelas galerias do bar. Este bar era uma coisa fantástica, com várias salas, sendo possível passar lá uma noite inteira sem fazermos ideia da totalidade de pessoas que estariam no espaço.

Numa das salas, sentadas num sofá, lá estavam elas, a Manuela e a sua prima, Patrícia, mas já estavam dois “galifões” de volta delas. Estes rapazes eram muito conhecidos na localidade pelo seu sucesso no engate de jovens incautas, pelo que pensei imediatamente que a noite estava perdida, ou seja, não iria ter oportunidade de falar mais um pouco com ela. Resolvi cumprimenta-las à distância, enquanto tomava lugar num outro sofá que existia no espaço. Reparei que ambas pareciam interessadas no que quer que fosse a conversa que os dois engatatões lhes dirigiam, mas ainda assim, de quando em vez, os meus olhos cruzavam-se com os olhos da Manuela, e esses pequenos momentos eram mágicos. Aquele olhar parecia querer dizer alguma coisa para além de um mero cumprimento.

A noite passou-se e chegou a altura das duas amigas se irem embora. Despediram-se dos dois “melgas” e de mim e saíram porta fora. Fiquei com a certeza de que a minha janela de oportunidade havia sido ultrapassada por causa de um jantar que havia demorado tempo demais.

Mais tarde, apercebi-me que os seus interlocutores haviam ficado um pouco frustrados com a saída ainda relativamente cedo, das duas amigas. O facto de elas não lhes terem dado grande importância constituía uma oportunidade de eu ver reatada a muito agradável conversa que tínhamos tido durante a tarde.

A noite foi passando e eis que encontrei o meu amigo que nos havia apresentado. Disse-lhe o que sucedera e ele perguntou-me se estaria disposto a ir à cidade, na sua companhia, juntamente com as duas jovens. Respondi-lhe que sim e saímos ambos do bar. Fomos no carro dele, e estacionámos a uma certa distância da casa de família onde ambas estavam alojadas. Como ele era da terra, sabia perfeitamente qual era a janela do quarto da Patricia e arremessou umas quantas pedrinhas para o vidro da mesma. Como resultado, surgiu uma jovem bem disposta, a qual ficou muito alegre por nos ver. Convidámo-la a vir connosco à cidade, convite este que ela aceitou imediatamente, tendo ido chamar a Manuela.

Posicionámo-nos junto à janela do quarto da Patrícia, por forma a auxiliar as duas jovens, que saíram pela janela. Estavam imbuídas de uma certa euforia, pela experiência que estávamos todos a iniciar, o que era bastante agradável.

Entrámos no carro e iniciámos a marcha em direcção á cidade. Elas quase que suplicavam para que fossemos a uma qualquer discoteca, as quais naquela altura de Verão estavam apinhadíssimas de gente, mas eu e o meu amigo António tínhamos uma ideia diferente. Rumámos a um condomínio que ficava junto a uma das praias e estacionámos o carro. Aquela hora não se avistava ninguém nas ruas, pelo que pensámos que ali perto não haveria nenhum local de diversão nocturna que estivesse aberto aquelas horas. Continuámos a andar. Estavamos todos imensamente divertidos. Após termos caminhado uns minutos, chegámos a uma enorme rocha, na falésia. Havia um caminho que dava ao interior da mesma, estando este caminho iluminado. Lá mais à frente vimos um elevador, o que muito nos surpreendeu. Apanhámos o elevador e fomos desembocar directamente no meio de uma enorme festa com muita gente e música ao vivo.

Era um bar todo feito em madeira, apoiado na falésia, o qual dava para a areia de uma das mais maravilhosas praias do Algarve. Imediatamente nos integrámos na festa que estava a decorrer, dançando, bebendo uns bons copos de sangria e, desde cedo, de forma tácita, verificámos que a Patrícia dava-se mais com o António e a Manuela gostava mais de estar comigo.

Estivemos naquele ambiente divertido durante umas duas horas, até que alguém teve a ideia de irmos dar um passeio na praia, junto ao mar. Assim fizemos. Estava uma noite fabulosa, com um luar intenso, que iluminava os rochedos sobranceiros à água, bem como os nossos rostos, cujas expressões denotavam mais alguma coisa, para além da boa disposição proporcionada pelo convívio e pelos copos. O mar estava extremamente calmo, com umas ondas minúsculas que cresciam junto à areia, deixando-se cair na mesma, de uma altura não superior a uns 10 cm. Fomos caminhando e quando já estávamos um bocado afastados da zona do bar, lancei o desafio de irmos tomar banho. A Manuela mostrou-se extremamente entusiasmada, mas subitamente disse:

- Mas eu não tenho fato de banho…

- Não faz mal, vais de roupa interior – disse-lhe eu, em resposta.

- Mas, depois de me molhar, ficará tudo transparente – retorquiu.

- Não faz mal. É de noite e só aqui estamos nós. Ninguém verá nada – acrescentei, a tentar convencê-la a alinha na minha ideia. O António e a Patrícia disseram logo que não iriam à água.

A Manuel despiu-se num ápice, tendo ficado somente de cuecas e, talvez levada por alguma timidez, correu imediatamente para dentro de água, tendo dado umas boas braçadas, afastando-se da areia. Eu despi-me e, somente de boxers, mergulhei naquela água tépida e nadei na sua direcção. Quando cheguei perto da Manuela apercebi-me que ela estava em estado de euforia. Olhámo-nos nos olhos sem nada dizer, por momentos e enlaçámo-nos num abraço apertado. As nossas bocas procuraram-se, batalhando contra toda e qualquer resistência, por forma a permitir que os nossos lábios se tocassem num beijo muito quente, de pura lascívia. Os nossos corpos entrelaçaram-se com violência, como se estivéssemos finalmente a cumprir algo que havia sido prometido incessantemente desde há muitos anos atrás. Conseguia sentir o meu coração quase a saltar fora do peito, tal a excitação do momento. Resolvi tirar os meus boxers e coloca-los no braço direito, e convidei a Manuela a tirar as suas cuecas, o que ela fez de imediato, se hesitar. Enlaçámo-nos novamente num intenso abraço, enquanto as nossas bocas se voltavam a unir num beijo de pura luxúria selvagem. O meu membro erecto, latejante, descobriu imediatamente aquele refúgio escaldante da Manuela. Penetrei-a de um só golpe, arrancando um suspiro por parte dela e senti de imediato as suas unhas nas minhas costas. Iniciámos um delicioso movimento de vai vem, durante o qual esquecemos tudo, onde estávamos e até o facto de estarmos bastante próximos do outro casal, que tinha permanecido na areia. Ao fim de uns minutos que mais pareceram uma eternidade, a Manuela colocou a sua boca no meu ouvido esquerdo, e com uma voz carregada de desejo disse-me que deveríamos ir para o outro lado da enorme rocha. Assim fizemos. Ela arrancou a nadar e eu fui atrás. Nadava de forma bastante vigorosa, talvez ansiosa por continuar a nossa contenda sexual. Assim que chegámos à praia, do outro lado do rochedo, coloquei os meus boxers no chão, para que ela se sentasse em cima e deitei-me a seu lado. Agora queria prová-la, toda! Comecei pelos seus pequenos seios mas de mamilos erectos. Agarrei, chupei, mordisquei, enquanto me sentia cada vez mais e mais entusiasmado pelos gemidos que a Manuela ia soltando. Fui beijando o seu ventre e descendo, até aquele tufo de pelos. A minha língua finalmente entrou naquela vagina quente e húmida e pude provar o seu sabor, meio mulher, meio sabor a água do mar. Tilintei o seu clitóris com a ponta da minha língua, ao mesmo tempo que um dedo indicador aflorava a entrada daquela vagina quente e iniciou a exploração do seu interior. A Manuela gemia cada vez mais alto, e a sua respiração rápida e intensa demonstrava o seu enorme grau de excitação. Senti que a conduzi a um enorme orgasmo, pois todo o seu corpo se arqueou, tendo levado a sua púbis para a frente, bem de encontro à minha boca. Toda ela tremia e os pequenos lábios ainda se contraiam descontroladamente quando os aflorei com a cabeça do meu pénis. Desta vez entrei mais devagar, sentindo o pulsar que ainda tomava conta do seu corpo, após aquele violento orgasmo. Entrei com a totalidade do meu membro erecto e iniciei um movimento de vai-vem. O grau de excitação era tal que não foram necessárias mais que meia dúzia de estocadas vigorosas para nos entregarmos na loucura de um orgasmo que nos arrancou urros animalescos, tal a sua intensidade.

Quedámo-nos lado a lado, ofegantes e sorridentes com tão maravilhosa experiência. Após nos termos recomposto, demos um enorme beijo, banhámo-nos mais um pouco naquelas águas calmas e fomos ter com a Patrícia e o António, que tinham ficado do outro lado do enorme rochedo.

Na noite seguinte, sentado ao balcão do bar, fui abordado por um dos dois “melgas” que na noite anterior tinham estado de volta das duas amigas. Começámos a conversar e a dado momento ele revelou-me que estava nos seus planos conquistar uma das duas amigas enquanto elas estivessem cá de férias. Dei um grande trago no meu wiskie, olhei-o nos olhos e desejei-lhe boa-sorte, com um enorme sorriso que naquele momento me aflorou a face.     

 

 

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