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Doces Tentações

Página para adultos, com textos que procuram seduzir e levar o leitor ao extase.

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Devaneios Profissionais III

Chegados ao trabalho, tomámos café juntos e depois foi cada um para os seus afazeres. Levámos uma semana tranquila, com interacções minimamente aceitáveis e sem grandes exageros. No início da semana seguinte, fui chamado ao gabinete. Para além da Carina, estava lá uma outra senhora, sentada na cadeira de frente para a secretária.

- Que deseja, Dra. Carina? – Pus um ar formal para não dar a entender a ninguém que tínhamos muita informalidade entre nós.

- Olha, Alexandre. Está aqui a Dra. Celeste, responsável dos Recursos Humanos. Já a conhecias?

- Bom dia, Dra. Celeste. Já nos tínhamos cruzado, mas ainda não tinha tido a oportunidade de a conhecer. – E avancei para a Dra. Celeste e dei-lhe um aperto de mão, que ela retribuiu com um sorriso. Tratava-se de uma senhora dos seus quarenta e poucos anos de idade, loira e de formas meio opulentas, mas extremamente sexy.

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Era particularmente bela, com um nariz meio empinado, olhos azuis e umas grandes pestanas, que lhe conferiam uma enorme beleza.

- Chega aqui, Alexandre – Disse a Carina. Desloquei-me até junto da secretária. Ela levantou-se e chegou bastante próximo de mim.

- Estava aqui a falar com a Dra. Celeste e decidimos fazer-te uma prova.

- Uma prova?

- Sim, Alexandre. Queremos saber o quanto estás interessado em trabalhar connosco.

- O meu interesse é total, Dra. Carina.

- Quer então dizer que te poderemos colocar à prova…

- Sim, claro que sim. Mas também penso que não será necessária nenhuma prova – Comecei a ver a vida a andar para trás. Que raio tinham estas duas malucas pensado para me fazerem? Sempre tenho cumprido com as minhas responsabilidades…

- Mas estás ou não disposto a ser colocado a toda a prova? – Questionou a Carina, de uma forma mais intensa. Ela e a outra doutora mantinham uma troca de olhares que denotava uma elevada cumplicidade. Pensei nas minhas alternativas e na altura, caso me negasse ao que esta maluca me estava prestes a fazer, que eu não fazia a mínima ideia do que fosse, certamente passaria a ser mais uma persona non grata  que muito rapidamente seria substituído e me tornaria substituível em toda e qualquer função. Como sabia que estava cheio de telhados de vidro, principalmente por me ter envolvido com a Carina, não tinha alternativa senão em alinhar no jogo, mesmo sem saber as regras para jogar o mesmo.

- Claro que sim. Vamos a isso!

- Foste tu mesmo que disseste, recorda-te disso! – E avançou na minha direcção. Olhando para a outra doutora começou por passar uma mão pelos meus ombros, desceu pelo peito, barriga e zás, agarrou o meu membro por cima das calças. Instintivamente dei um pequeno salto. Ela olhou-me nos olhos, colocando um dedo sobre a minha boca e disse:

- Este rapazinho está bem abonado, ó Celeste.

- Já o levaste ao castigo, aposto…

- Ora, que estavas tu à espera? – E, acto contínuo, libertou o meu membro de dentro das calças, agarrando-o com vigor.

- Somente nunca o provei, algo que vou resolver mesmo agora – E, colocando-se de joelhos, abocanhou o meu membro e começou a fazer um penilingus com todo o preceito. Já a dra. Celeste estava de pernas abertas, acariciando os seus fartos peitos com uma mão, enquanto a outra se passeava por cima das suas cuecas brancas.

- Que visão maravilhosa, Carina. Acho que vou ter que provar um pouco disso… - Sentia-me completamente usado por aquelas duas, uma mera peça de carne com um falo. A outra levantou-se da cadeira e ajoelhou-se junto da Carina. Também ela queria um pouco de mim e começaram as duas a masturbar-me com as suas bocas ávidas de sexo. Eu, como seria de imaginar, já estava com um grau de excitação extremo.

De repente, a Carina colocou-se de pé, deu-me um beijo e disse:

- Vais ser bonzinho, não vais, Alexandre? – Ao que eu anuí afirmativamente com um movimento de cabeça. A Carina, num movimento súbito afastou os objectos que se encontravam em cima da sua secretária e, agarrando a Celeste pelo braço, indicou-lhe a secretária, onde esta acabou por se deitar. A Carina arrancou-lhe as cuecas com uma força extrema e, agarrando-me pelo membro, conduziu-me até à vagina da sua companheira de aventura. Ela estava tão lubrificada que não custou rigorosamente nada a entrar. Iniciei um movimento de vai-vem enquanto a Carina massajava as mamas da Celeste, que gemia bastante alto, tal era o nível de excitação e de prazer a que estava a ser sujeita por toda aquela situação. Agarrei as suas pernas com força e continuei a trabalhá-la, até que o expectável orgasmo veio e fez com que a Celeste desse um pequeno gritinho e arqueasse as costas. Imediatamente a Carina veio colocar-se à minha frente, ajoelhada e voltou a meter o meu membro na sua boca, enquanto o manipulava com uma mão. Não consegui aguentar por muito tempo. Agarrei-a pelos cabelos enquanto explodia na sua boca. A coisa foi de tal modo intensa que tive que me sentar numa cadeira, até me recompor.

Entreolhámo-nos os três e todos nós tínhamos um sorriso na face. Foi a Celeste que interrompeu o silêncio que se fez sentir:

- Bem, parece-me que o rapaz leva jeito…

- Leva, não leva?

- Leva, pois! Excelente escolha, Carina – E enquanto olhavam ambas para mim, enquanto se arranjavam, a Celeste prosseguiu:

- Temos rapaz para subir na hierarquia – E ambas deram uma gargalhada, ficando eu completamente ignorante do que elas estariam a pensar. Estava feito. Agora era eu que me teria que vergar, e a duas tipas, em lugar de ser apenas a uma. Que será que me teriam destinado?

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