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Doces Tentações

Página para adultos, com textos que procuram seduzir e levar o leitor ao extase.

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A Primeira Vez da Carina

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Tudo se passou há uns anos, na terra dos meus pais. Estava lá de férias da universidade e tinha lá um grupo de amigos de longa data. Ia à terra de férias e por vezes ao fim de semana, o que fazia com que conhecesse praticamente toda a gente da minha idade. À noite íamos até aos bares e conhecia sempre gente nova, quer de lá, quer fossem apenas lá passar férias, como eu. Tinha uma amiga mais próxima, com quem brincava na infância e fomos mantendo uma amizade mais próxima ao longo dos anos…

A tal amiga era a Sandra. Loirinha, muito gira, embora fosse um bocado maria-rapaz. Ela tinha namorado, o qual tinha uma boa casa, com piscina. Lá acabávamos por passar as tardes e até os dias inteiros, a fazer piscina e nas brincadeiras características de pessoal da nossa idade. Um dia, um dos amigos do Rui, o namorado da Sandra, foi até lá ter connosco. O rapaz também estudava em Lisboa, como eu. Era o André. Era forte, musculado, tinha uma voz incrível e umas mãos… Bem, brincadeira atrás de brincadeira, conversa atrás de conversa, o que é certo é que apaixonámo-nos, começámos a namorar e a coisa começou a ficar mais interessante…Mais íntima, ou seja, as coisas estavam gradualmente a tornar-se mais interessantes. Primeiro foram os beijos quase intermináveis, depois os beijos de língua, os beijinhos no pescoço, os apalpões nas minhas mamas, os beijos nas mamas, as mãos dele na minha vagina e os níveis de excitação sempre a aumentar. Eu ficava toda húmida e quase que tinha orgasmos só com os beijos dele e notava perfeitamente o inchaço nos seus calções, sempre que estávamos juntos.

Certo dia fintámos os meus pais. Disse-lhes que iria para a piscina do Rui e eles saíram para ir para a praia. Acabei por ficar em casa. Mais tarde apareceu o André e convidei-o para entrar. Fomos para a sala e invariavelmente lá começámos a curtir. A coisa aqueceu bastante e a nossa roupa acabou por sair. Pela primeira vez ele me viu toda nua, e eu a ele, claro.

Continuámos nos beijos, ambos extremamente excitados e ele veio para cima de mim. Tentou penetrar-me e eu não deixei. O rapaz não amuou e continuou aos beijinhos. Beijou-me as mamas, a barriga, até que chegou ao meu monte de vénus. Eu sentia-me toda molhada, tal era o grau de excitação e ele começou a beijar-me as virilhas, ora de um lado, ora de outro, soprou nos lábios da minha vagina e mergulhou nela. Nunca na vida tinha sentido sensação tão maravilhosa. Só mais tarde soube tratar-se de um orgasmo. Recordo-me como se fosse hoje. Senti um calor enorme lá em baixo, um calor dentro do peito, o coração quase a querer saltar do peito, a respiração descontrolada, as pernas a tremer, a vagina a contrair-se. Estava de olhos fechados e juro que vi estrelas, ao mesmo tempo que deixei de ouvir. Mantive-me de olhos fechados enquanto ele continuou a lamber. Estava prestes a explodir novamente quando abri os olhos e vi a Sandra, de pé, na porta do quarto. Estava tão excitada que nem quis saber. Entreguei-me novamente, mandando a cabeça para trás e fechando os olhos. Quando recuperei, já a Sandra estava nua, junto ao André, que, estupefacto disse:

- Que estás aqui a fazer?

- Tem calma – respondeu ela. E deu-lhe um beijo. Ao início senti uma sensação estranha, um ciúme…

Ela continuou a beijar o André, que se envolveu com ela, quando me viu a sorrir. Estavam abraçados, aos beijos e apalpões à minha frente enquanto eu me restabelecia do segundo orgasmo, quando ela disse:

- Querida, agora vou eu provar-te, enquanto o teu namorado me come por trás – E veio na minha direcção e abocanhou a minha vagina. Assim de gatas, vi o André, por trás dela, a entrar nela e os meus olhos alternavam entre a cara do André e a cara da Sandra, que mantinha uma expressão de puro prazer enquanto me lambia, de uma forma sublime, muito melhor que o André. Não aguentei e explodi novamente. Foi neste momento que ela se levantou e conduziu o André até perto de mim. Vi-a a baixar-se e a colocar o pénis do André na sua boca. Depois, agarrou-o e levou-o até à minha vagina. Eu estava louca de prazer e de desejo, mesmo após ter tido 3 orgasmos maravilhosos. Ela conduziu-o e ele entrou em mim, devagar. Senti uma dor aguda, como se tivesse vidros no interior da minha vagina, mas rapidamente passou. Ele iniciou um movimento de vai e vem dentro de mim, conduzido pelas mãos da Sandra, até que ela se levantou e veio para junto de mim. Apalpou-me as mamas e disse-ma ao ouvido:

- Nem imaginas há o tempo que eu desejava que este momento chegasse – e beijou-me na boca, enquanto o André continuava a trabalhar a minha vagina com o seu membro. Ela colocou-se de pé em cima do sofá e pela primeira vez pude ver a sua vagina. Foi dobrando as pernas e aproximou a sua vagina da minha boca. Não me neguei e tentei retribuir o enorme prazer que ela me tinha proporcionado. Não sei quanto tempo passámos nesta posição, a coisa foi-se dando, o André a acelerar os seus movimentos dentro de mim, a Sandra a gemer cada vez mais alto, até que veio novamente aquela explosão de prazer. Acho que atingimos o orgasmo os três ao mesmo tempo.

 

As férias de Verão

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Os raios de sol atingiam-me com uma força quente, como que a carregar-me de energia, ao mesmo tempo que contrastavam com a frescura da água da piscina, deixando uma sensação extremamente agradável.

- Alexandre, anda, faz uma corrida comigo.

- Que me dás se eu ganhar?

- Vou pensar em qualquer coisa…

- Então está bem. 3, 2, 1, já! – E partimos frenéticos a dar umas braçadas que rapidamente nos iriam levar ao outro extremo da piscina. Tinha que me esforçar, para ver o que a Madalena me iria dar caso eu ganhasse. Era uma miúda da minha idade, já com curvas femininas bem definidas e acentuadas. Aquelas sardas na cara deixavam-me sem jeito sempre que a fitava olhos nos olhos, aqueles olhos de uma cor não definida, entre o azul e o cinzento. Ela era linda de morrer, encantava-me e deixava-me sempre com o coração acelerado quando me dirigia alguma palavra. Gostava tanto de poder namorar com ela…

- Cheguei primeiro!

- Fizeste batota!

- Não fiz não!

- Fizeste sim!

- Como o podes afirmar?

- Eu vi-te a colocar os pés na parede da piscina para dar balanço…

- Não interessa. Cheguei em primeiro lugar. Quero o meu prémio. Que me vais dar?

- Hum! – E voltou-me as costas e nadou em direcção ao local onde nos encontrávamos antes. Fui atrás dela.

- Diz-me, Madalena. Que me vais dar?

- Estou aborrecida contigo. Vou sair da água – E acto contínuo saiu da piscina e deitou-se na toalha. Fiquei a observá-la. Tinha umas formas que me provocavam um nó na garganta, de tanto me agradarem. Resolvi sair também e deitei-me ao seu lado. Agarrei no frasco do protector solar e prontifiquei-me para rectificar a película da parte de trás do seu corpo. Ela não se fez rogada. Comecei a esfregar-lhe as costas mais numa base de massagem que pelo acto de espalhar protector solar. Ela aparentava estar a gostar. Voltei à carga:

- Temos contas para ajustar.

- Ai sim?

- Sim. Quero saber que me vais dar.

- Não sei ainda. Deixa-me pensar… - E eu fui continuando a espalhar protector, agora já nas suas pernas. Era uma tentação, um verdadeiro vício, poder tocar, massajar aquele corpo fantástico. Provocava-me em mim sensações que me eram totalmente desconhecidas, mas bastante agradáveis. Deitei-me a seu lado e fiquei a imaginar como seria beijar aqueles seus lábios e sentir o seu corpo de encontro ao meu. Era algo pelo qual eu já ansiava, mesmo sem saber muito do que teria que fazer numa situação dessas. Era claramente inexperiente e esta era a primeira rapariga com quem eu tinha tamanha proximidade. Ouvimos os amigos contar as suas histórias de encontros românticos com outras miúdas, julgamos que sabemos tudo o que fazer e como fazer, até chegar a nossa vez de nos encontrarmos numa situação dessas. Era como eu estava agora. A Madalena era filha de uns amigos dos meus pais e estava a passar uns dias comigo na minha casa, a aproveitar as férias de verão para fazer um pouco de piscina e cimentar uma amizade comigo que era desejada pelos pais de ambos. Era uma excelente oportunidade para dar uns passos no meu relacionamento com o sexo oposto, dado que ela se dava bastante bem comigo. Havia que aproveitar. Levantámo-nos, agarrámos nas toalhas e dirigimo-nos para dentro de casa. Foi cada um para seu quarto. Eu tomei um banho rápido, sequei-me e vesti uns calções e uma camisola. Saí do meu quarto e fui para o quarto dela. Entrei no quarto e ela tinha acabado de vir do banho. Estava somente com a toalha enrolada à volta do seu corpo. Não pareceu importar-se com a minha presença, pelo menos de uma forma negativa, pelo que me sentei junto dela na sua cama. Olhei intensamente para ela e perguntei-lhe:

- Tens namorado?

- Para que queres saber isso?

- Mera curiosidade. Lembrei-me de te perguntar.

- Não, não tenho namorado, nem faço tensões de arranjar tão cedo.

- Mas não tens curiosidade em saber como é namorar?

- Eu já sei.

- Sabes?

- Sim. Uma amiga minha tem namorado e contou-me tudo o que há a saber.

- A sério?

- Sim.

- Tudo?

- Sim, tudo.

- Mesmo tudo?

- Sim.

- Então já deves pelo menos saber beijar – Confesso que não estava mesmo nada à espera da sua atitude. Desconheço se a mesma foi provocada por ela gostar de mim, por não se importar ou por desejar demonstrar que era uma rapariga sabida. Avançou o corpo na minha direcção e beijou-me os lábios. Fiquei extasiado e senti algo estranho no meu corpo, algo com que não contava. O meu membro acordou e fiquei com uma erecção incrível, ao ponto de doer. Retribuí o beijo com sofreguidão, ao mesmo tempo que as minhas mãos acariciavam os seus ombros, depois os braços… o lençol de banho acabou por descair e os seus seios ficaram visíveis. Acariciei-os com ambas as mãos. Sentia muita vontade de estar com ela, o meu coração batia a um ritmo avassalador, a minha respiração era ofegante, como se estivesse numa enorme corrida. Notei o mesmo da parte dela, uma respiração ofegante e uns pequenos gemidos à medida que as minhas mãos exploravam o seu corpo. Sentia-me imensamente feliz e com vontade de seguir em frente, de ir mais além, e deixei uma mão deslizar para o meio das suas pernas. Ela gemeu. Fiquei surpreendido por esta sua reacção, bem pelo facto de senti-la extremamente húmida e quente, entre as pernas, por baixo dos pelos púbicos. Ela agarrou o meu membro por cima dos calções e ficámos assim por uma eternidade, agarrados um ao outro, a acariciarmo-nos, mesmo que essa eternidade tenha passado nuns brevíssimos minutos, que pareceram anos. Fizémos uma pausa após ela ter dado um gemido mais alto e ter revirado os seus olhos. Imaginei que estivesse a ter imenso prazer e eu tinha vontade de avançar, de fazer com ela como tinha visto fazer naquelas revistas que os rapazes vêem nos colégios, nos intervalos das aulas. Tinha a teoria e queria iniciar-me na prática. Ela afastou-me devagar do seu corpo, agarrou no lençol de banho e cobriu-se novamente e ficou uns largos momentos a olhar para mim. Eu não sabia se havia de sentir vergonha ou orgulho pelo estado de excitação que ostentava por baixo dos calções. Por fim ela disse:

- Gosto muito de ti, Alexandre.

- E eu de ti, Madalena.

- Estávamos prestes a dar um passo muito importante e julgo que ainda não estamos preparados para o fazer.

- Porque não haveremos de estar preparados?

- Ora, porque nenhum de nós ainda deu esse passo.

- Sim, mas sabemos o que é preciso.

- Pois sabemos, mas não passámos dessa barreira.

- Tens razão – E ela começou a vestir-se. Acompanhei visualmente todos os movimentos que ela fazia. Foi uma oportunidade única para poder observar todos os contornos do seu belo corpo feminino que muito desejo me provocava. Quando acabou de se vestir, aproximou-se de mim, olhou-me nos olhos e beijou-me nos lábios. Fiquei novamente surpreendido, como se tivesse sido o nosso primeiro beijo.

- Vamos ter com a tua mãe?

- Vamos – E saímos porta fora. A minha mãe estava no jardim e estava acompanhada. Assim que me viu disse:

- Alexandre, chega aqui, por favor – Sem lhe dizer nada, aproximei-me da mesa onde ela se encontrava sentada, no jardim. A seu lado estava uma bela mulher com os seus trinta anos de idade. Tinha formas voluptuosas, era loira e tenho uns olhos azuis que eram no mínimo magnéticos.

- Apresento-te a professora Paula.

- Muito gosto, senhora professora – E aproximei-me para lhe dar dois beijinhos. Gostei bastante do seu perfume, o qual se introduziu imediatamente nas minhas narinas, resultando numa experiência muito agradável. Nunca tinha sentido este aroma, mas gostei bastante. Após nos cumprimentarmos, a professora disse:

- Que belo rapaz, Natércia.

- Obrigado, professora Paula – respondi eu, meio envergonhado com o descaramento das palavras da Paula e pela forma como ela me observava, de alto a baixo.

- Trata-me só por Paula, Alexandre. Deixa lá a professora na escola.

- Certamente, Paula – respondi, esboçando um sorriso em resposta ao dela.

- Madalena, venha conhecer a professora Paula – a Madalena, que tinha ficado um pouco atrás, avançou na direcção da Paula e cumprimentou-a também com dois beijinhos.

- A Madalena é filha de um casal amigo e é excelente aluna. Passou com distinção, ao contrário do Alexandre, que parece preferir andar a brincar lá pelo colégio, em lugar de estudar… - disse a minha mãe. Senti-me comprometido e meio envergonhado por causa desta atitude, mas fiz por não deixar que tal se notasse.

- A Paula janta connosco. Por falar nisso, vamos jantar? – Todos nós anuímos afirmativamente e lá entrámos para a sala de refeições. O jantar foi servido e mantivemos uma conversa informal, sobre diversas banalidades, até que a minha mãe voltou à carga:

- A Paula é professora de matemática. Talvez tenha tempo para dar umas explicações ao Alexandre, não? – A Paula pareceu surpreendida com o pedido disfarçado da minha mãe, mas anuiu afirmativamente e disse:

- Claro que sim. Podemos começar amanhã.

- Mas, mãe…

- Não há mas, Alexandre. Pago um balúrdio para andares naquele colégio e não quero passar a vergonha de te ver a perder um ano.

- Está bem, mãe – lá fui forçado a dizer.

- Então amanhã após o almoço podes por lá passar – disse a Paula.

- Então e a Madalena? – Perguntei eu. Ela fulminou-me com o olhar, enquanto a minha mãe respondia:

- A Madalena, como é uma excelente aluna, não necessita de explicações, pelo que poderá ficar aqui por casa, á sua vontade.

- Ok, então amanhã lá estarei – E o resto do jantar decorreu sem qualquer situação digna de registo, até que tivemos indicação de que poderíamos abandonar a mesa. Eu e a Mafalda fomos para o seu quarto, onde conversámos mais um bocadinho:

- Mafalda, não queres namorar comigo?

- Tem calma, Alexandre. Mal demos uns beijinhos e já queres namoro?

- Sim, quero. Quero que saibas que não me és indiferente.

- Como assim?

- Ora, não me és indiferente….

- Sim, mas que queres dizer com isso? – E ela estava com uma expressão meio divertida, que me fez corar um pouco.

- Pronto, gosto de ti!

- A sério?

- Sim, Mafalda.

- Vou pensar no teu caso – e fitou um ponto não definido na parede, parecendo ter começado a pensar em alguma coisa. Aproveitei, aproximei-me dela e dei-lhe um beijo na face. Ela sorriu, olhou para mim e retribuiu com um beijo na boca – Tudo está bem encaminhado, pensei. Tenho é que conquistá-la, por forma a conseguir ter algo mais sério com ela. Não posso terminar estas férias virgem. Ficámos no seu quarto mais umas duas horas, a namoriscar e a falar de trivialidades, a brincar e a rir. Coisas próprias de miúdos com 15 anos de idade.

Quando fui para a cama foi-me difícil conciliar o sono, vindo-me à memória, como que instantâneos de momentos passados com a Mafalda, de partes do seu corpo. Senti-me cheio de desejo por ela e por várias vezes tive a tentação de sair do quarto e ir ter com ela. Finalmente lá consegui adormecer.

No outro dia, após o pequeno almoço, lá fomos até á piscina e fizemos as nossas brincadeiras habituais, mais o novo ritual de espalhar protector solar pelo seu corpo, que desta vez já foi feito com alguma malícia. Ela aparentava gostar dessa postura da minha parte, de tomar a iniciativa. Pelo menos sorria de forma voluptuosa quando olhava para mim. Eu é que já tinha uma enorme dificuldade para esconder as minhas erecções por baixo do fino tecido dos meus calções, situações estas que não eram alheias à Mafalda, que olhava com uma expressão gulosa para o meu membro.

A manhã lá se passou, almoçámos os 3 (o meu pai anda pelo estrangeiro, nos seus negócios), eu não abordei o assunto para ver se o mesmo passava despercebido, mas a minha mãe não se esqueceu e, no final do almoço disse:

- Alexandre, em cima da mesa do hall de entrada está lá um envelope com a morada da professora Paula. Faz lá o favor de vestires umas calças e uma camisa, apanhar um táxi e ir à explicação.

- Sim, mãe – com uma expressão que dava bem a entender o quanto estava entediado com esta solução. Fui mudar de roupa, coloquei um pouco de água de colónia (para impressionar positivamente), chamei um táxi e quando este chegou, meti-me a caminho. No trajecto pensei nas formas desta bonita professora e dei por mim a concluir que até sou um gajo sortudo, sempre rodeado de mulheres bonitas. Quando cheguei à morada indicada, paguei ao taxista e toquei à campainha. Tratava-se de uma moradia. A Paula apareceu à porta. Vinha com uma camisa de dormir praticamente toda transparente, a qual deixava ver bem as suas curvas. Pensei que afinal as explicações de matemática até que podem vir a tornar-se interessantes. Entrei em casa e segui-a. Fomos para uma sala bastante iluminada, pelo facto de ter umas enormes janelas em vidro que davam para o jardim. Sentámo-nos à mesa e imediatamente reparei que o tampo da mesma era de vidro, o que me permitia ir acompanhando visualmente a parte inferior do corpo da Paula, a qual era perfeitamente visível, até o facto de não ter roupa interior.

Começámos a fazer exercícios vários sobre diversas matérias e ela certamente que se terá

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apercebido que de vez em quando não era propriamente para o papel que eu estava a olhar. As mulheres não fazem nada por acaso e quando mostram é unicamente porque o querem fazer. Eram assim duas lições que eu estava a apreender ao mesmo tempo, uma de matemática e uma outra, sobre comportamento feminino. A dado ponto, ela arrumou o caderno e disse que já tínhamos tido uma boa sessão hoje, mas não se mostrou com intenções de me conduzir imediatamente à porta de casa. Em vez disso começou a falar comigo:

- Ora diz-me lá, Alexandre, já tens namorada?

- Não, Paula, infelizmente ainda não tenho-

- Olha que reparei que a rapariga que está lá em casa convosco é muito gira.

- De facto é, sim.

- Ela daria uma excelente namorada para ti, rapaz – E enquanto conversava comigo, ia entreabrindo as suas pernas. Eu já estava num estado lastimável, dada a visão que me era oferecida, das suas coxas e do seu sexo. Estava com uma erecção incrível, a qual já era completamente impossível de disfarçar, mesmo com um cruzar de pernas muito apertado. Ela estendeu uma mão por baixo da mesa e colocou-a em cima do vulto que empurrava o tecido das minhas calças. Eu já transpirava e ela continuou:

- Então mas porque não namoras aquela linda rapariga?

- Ehh.. eu.. bem… eu não tenho assim muita experiência…

- Pois bem, nunca estiveste com uma mulher?

- Não estive não…

- Vamos ter que resolver isso, ao mesmo tempo que recuperamos a matemática. Eu explico tudo – e ao mesmo tempo que esboçava um sorriso malandro, agarrou-me o membro com força. Eu já não tinha posição para estar e ela, ao mesmo tempo que me dizia o que estava a fazer, abriu-me a braguilha e libertou o meu muito tumefacto membro que se ergueu das calças agora abertas, como se tivesse sido impulsionado por uma mola. Ela começou a masajá-lo com um movimento constante para cima e para baixo e, a dado momento ajoelhou-se e colocou-o na sua boca. Nunca tinha imaginado aquela sensação, húmida e quente, com a língua a mexer-se por baixo do pénis, enquanto os seus lábios o apertavam num movimento de vai-vem. O meu coração cavalgava acelerado que nem um cavalo selvagem e senti algo que nunca antes havia sentido. De repente, não consegui suster-me e senti-me a esvaziar todo o meu poder dentro da sua boca, ao mesmo tempo que me faltava o ar e quase caía desmaiado no chão. Ela limpou-se à camisa de noite, voltou a sentar-se na cadeira, olhou para mim e disse:

- Alexandre, como tua primeira lição, hoje tiveste um orgasmo, vieste-te, expeliste sémen para dentro da minha boca, mas aguentaste muito pouco. Amanhã, quando acordares, masturba-te, acaricia-te até teres um orgasmo.

- Para quê?

- Dessa forma, se tiveres um encontro sexual, irás resistir muito mais tempo sem teres um orgasmo.

- Então mas o objectivo não é mesmo esse, de ter um orgasmo?

- É, sim, mas quanto mais tempo conseguires retardar o teu orgasmo, mais possibilidade terás de poder providenciar um orgasmo à mulher com quem tu estejas.

- Ok, já percebi.

- Então vá lá, rapaz. Amanhã quero-te aqui à mesma hora, para continuarmos o nosso estudo – E deu-me um beijo na boca. Depois levantou-se e encaminhou-me à porta, despedindo-se de forma normal, com dois beijinhos.

Fui o caminho todo a pensar no que tinha acontecido nesta tarde e no maravilhoso que se encerra numa nova descoberta. Nunca em tempo algum imaginei que pudesse vir a ter tanto prazer como o que tinha experimentado hoje, e daquela forma pouco ortodoxa para mim. Julgava que o homem só tinha prazer na vagina da mulher. Havia tanta coisa que eu não imaginava…

Ao jantar, sentia-me alheado, ainda a pensar na tarde tão bem passada com a Paula e a minha mãe e a Mafalda tiveram que se esforçar um pouco mais que o normal para captarem a minha atenção. Disse-lhes que estava cansado, após a explicação de matemática e após a minha mãe me ter questionado nesse sentido, disse-lhe que a professora Paula me daria nova explicação no dia seguinte, o que a deixou bastante contente. Mal imaginava ela o que a sua amiga andava a fazer ao seu filho, e tive vontade de rir, com o orgulho da nova experiência adquirida estampado no rosto.

Após o jantar apareci novamente no quarto da Mafalda. Ela parecia-me cada vez mais bonita, com a tonalidade bronzeada que estava a ganhar. Disse-lhe:

- Olha, tive saudades tuas.

- A sério? Não acredito

- A sério, Mafalda.

- És um mentiroso. Estás apenas a dizer isso por interesse.

- Nada disso. É a mais pura das verdades.

- Ok. Olha, e que tal correu a explicação de matemática?

- Correu bastante bem.

- Foi? A sério?

- Sim, a sério.

- Sabes, tu tens ar de gostar um pouco de tudo, mas a matemática não parece ser uma das muitas coisas pelo que te consegues interessar.

- Dizes tu. Conheces-me pior do que tu imaginas.

- Ou conheço melhor do que tu imaginas… - e neste momento demos um beijo nos lábios, o qual teve o condão de voltar a despertar em mim vontades que estavam meio adormecidas, após a tarde maravilhosa por que tinha passado. As nossas mãos percorreram o corpo um do outro e fiquei novamente com a impressão que a Mafalda tinha atingido um patamar elevado de prazer.

Acabei por ir para o meu quarto, onde ouvi um pouco de música enquanto pensava em tudo o que tinha acontecido durante o dia e enquanto não conseguia conciliar o sono. Tinha sido muita emoção para um dia só…

No outro dia repetimos o mesmo programa e acabámos na piscina após o pequeno almoço. Espalhei novamente o protector solar no corpo da Mafalda e brinquei um pouco com ela, ao mesmo tempo que sentia vontade de ir ter novamente com a professora.

Após o almoço lá apanhei o táxi e dirigi-me à casa da Paula. Lá tive mais uma aula de explicação de matemática e outra aula sexual. Desta vez já ía preparado e consegui reter o meu orgasmo por muito mais tempo, o que bastante alegrou a Paula, que se orgulhou duplamente dos seus dotes de pedagoga.

Os dias sucederam-se e em todos eles aprofundava as minhas práticas com a Paula, ao ponto de já ter uma proficiência considerável nas lides sexuais. Ao mesmo tempo, sentia-me a entrosar cada vez mais com a Mafalda e sabia que mais dia menos dia iriamos dar o grande passo. Já tinha ensaiado várias vezes com a Paula e já sabia exactamente aquilo que deveria fazer e até aquilo que não deveria fazer.

Certa noite, por não conseguir dormir, resolvi voltar ao quarto da Mafalda. Curiosamente ela ainda não estava a dormir, pelo que entrei e sentei-me na sua cama.

- Então, Mafalda, aceitas ou não namorar comigo? – perguntei-lhe.

- Hummm… deixa-me pensar.

- Vá lá, rapariga.

- Mas tu ainda és um jovem inexperiente.

- Pois sou, mas juntos poderemos descobrir muita coisa.

- Ai sim? E se corre mal?

- Não corre nada mal, garanto-te – e neste momento abracei-a e dei-lhe um faustoso beijo nos lábios, o qual nos incendiou de imediato. As nossas mãos correram ávidas para o corpo um do outro, começando imediatamente a tarefa de explorar, de conferir prazer. Aproveitei e despi-me. Foi a primeira vez que a Mafalda me viu assim, à sua frente, com o meu membro entumescido pela antecipação do prazer que lhe iria dar e roubar ao mesmo tempo. Comecei a despi-la e ela não ofereceu resistência. Beijei-lhe e mordisquei as suas orelhas, o seu pescoço, o seu queixo, desci para

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os seus seios que pareciam peras rijas. Lambi e mordisquei os seus mamilos e senti as nossas respirações a ficar ofegantes. Ela gemia de prazer com as minhas carícias. O meu coração parecia querer saltar do peito, tal era a velocidade veloz a que batia. Por fim retirei-lhe os calções do pijama e pude, pela primeira vez, ver a sua rachinha, por baixo de um tufozinho de pelos. Coloquei o meu saber em prática e comecei a lambê-la. Não tardou muito para que ela se começasse a contorcer com prazer e a gemer muito mais alto, até que explodiu num violento orgasmo, uma, outra e ainda outra vez. Estávamos ofegantes quando eu comecei a colocar-me em cima dela. Disse-lhe que gostava muito dela, que estava apaixonado por ela, enquanto ela abria as suas pernas e se sujeitava ao inevitável. Entrei bastante devagar dentro dela e assim que a glande estava no seu interior, senti que algo se havia aberto de par em par. Comecei a movimentar-me devagar, para dentro e fora dela. Ela apertava-me os braços, as costas, o pescoço. Continuei o meu movimento, sentido uma vontade imensa de explodir, de me vir abundantemente, mas tendo aprendido a refrear este desejo, aguentei bastante tempo, pelo menos até que ela soltasse um pequeno grito e a sua vagina começasse a apertar, em convulsões, o meu pénis. Deixei-me ir e explodi dentro dela. Tínhamos tido a nossa primeira relação sexual e tinha sido verdadeiramente mágico. Ficámos ofegantes, deitados lado a lado e assim que recuperámos o fôlego, ela disse-me:

- Sim, querido, aceito namorar contigo…  

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