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Doces Tentações

Página para adultos, com textos que procuram seduzir e levar o leitor ao extase.

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Um Serviço Diferente

Marta.jpg

 

Havia chegado ao bar havia pouco tempo. Já tinha feito a reunião das 21:00 e era este o momento em que podia descansar um pouco. Eu era a única pessoa naquele espaço, por ser sábado à noite. Dirigi-me para lá do balcão do bar, tirei um café expresso, servi-me de uma dose de wiskie e preparava-me para me sentar no sofá em frente à tv quando o telefone do bar tocou. Atendi e dou outro lado, uma voz conhecida disse:

- Meu Tenente, está aqui na porta de armas uma visita para si.

- Quem é?

- É uma senhora, de nome Marta.

- Pode dar indicação para entrar e estacionar a viatura junto do bar de oficiais. Qualquer assunto, estarei por aqui. Até já – E desliguei o telefone. Fiquei pensativo. Como raio a Marta sabia que eu estava de serviço hoje? Não importa. Há já tanto tempo que não estou com ela. Podemos aproveitar para colocar o assunto em dia e também é sempre agradável ter por aqui alguém conhecido num dia como hoje. Acabei de beber o café, bebi o wiskie de um trago, coloquei a chávena e o copo no lava-loiça do bar, saí da sala e desci as escadas para ir recebê-la à entrada do edifício. Chegado lá abaixo, não tive que esperar muito. O carro imobilizou-se à entrada do edifício. Dei a volta pela frente do mesmo e abri a porta para que a Marta saísse da viatura. No lusco fusco era possível determinar que ela estava bem arranjada: blusa justa, que lhe destacava aquele peito de dimensões muito interessantes, saia pelo joelho, que permitia ver aquele belíssimo par de pernas, as quais estavam no topo de um bonito par de saltos altos, o que fazia com que a sua altura se aproximasse bastante da minha. Assim que saíu da viatura, apertou-me num forte abraço. Senti o seu doce perfume a invadir de forma deliciosa as minhas narinas. Percebi que estava a chorar. Agarrei-a nos ombros, afastei um pouco a minha cara, olhei-a nos olhos, de onde brotavam grossas lágrimas e que olhavam insistentemente para baixo e perguntei-lhe:

- Porque choras, Marta? – Ela até soluçava. Limpou as lágrimas com as costas da mão, e sem olhar para mim balbuciou, de uma forma quase imperceptível:

- Foi o Fernando….. há mais de cinco dias que não me diz nada – Fernando era o namorado dela, como está bom de entender.

- Não chores, Marta. Anda, entra um pouco, falamos melhor lá dentro. – E, passando o meu braço direito por cima dos seus ombros, puxei-a para junto de mim e dirigimo-nos para o interior do edifício assim, abraçados, como dois bons amigos. Subimos as escadas em silêncio. Entrámos no bar e conduzi-a ao sofá. Peguei-lhe na mão e amparei-a enquanto se sentava. Disse-lhe:

- Acompanha-me numa bebida. Afinal há que tempos que não saímos para tomar um copo, e agora que estás aqui comigo, não te safas. – Ela limpou novamente as lágrimas da cara, esboçou um sorriso tímido e disse:

- Olha, dá-me o mesmo que tu fores beber.

- Olha que vou beber um scotch.

- Pode ser. – Disse, em jeito de quem se abandonava à minha vontade. Dirigi-me atrás do balcão, servi duas boas doses de wiskie e regressei para junto dela. Entreguei-lhe o seu copo e sentei-me num sofá em frente ao sofá onde ela se encontrava. Marta estava de perna cruzada, o que permitia constatar visualmente ser proprietária de um magnífico par de pernas. Esta mesmo muito bonita, os anos tinham operado maravilhas na beleza desta minha amiga, que eu não via já há uns bons meses. Dei por mim a pensar que era curioso, sermos tão bons amigos e nunca ter acontecido nada entre nós, o que era uma raridade. Praticamente todas as minhas amigas, numa ou noutra altura da vida tinham cedido aos meus impulsos de conquistador, excepto a Marta. Procurando afastar-me destes pensamentos, disse:

- Então conta lá. O que se passa então com o Fernando?

- Olha, nos últimos tempos ele tem andado a insistir comigo para casarmos e já sabes que o casamento, para mim, pelo menos para já, é algo impensável. Sempre meti na cabeça que só me casaria depois de ter vivido bem a vida e para mim, sinceramente ainda é demasiado cedo.

- Então e ele, como reagiu?

- Bem, pelos vistos terá perdido a paciência. A última vez que estive com ele foi na segunda feira, e desde então nunca mais ligou e nem atende o telefone.

- Deixa estar, isso passa-lhe. Vais ver.

- Pois, deve passar sim, mas sabes como eu sou, fico preocupada com ele….

- De certeza que está tudo bem. – E olhando para ela, com um sorriso meio malandreco, continuei:

- Olha, muito provavelmente estará ele a aproveitar também as coisas boas da vida, quem sabe? – Ela olhou para mim com uma expressão muito séria e prosseguiu:

- Achas que sim? Aproveitar as coisas boas da vida, como? – Enquanto olhava para ela, dei um bom trago na minha bebida. Pousei o copo na pequena mesa ao meu lado, tirei o maço de cigarros do bolso do dólmen, estendi o mesmo a ela, em jeito de oferta, ao que ela anuiu. Levantei-me e levei o maço até ela. Ela tirou um cigarro, o qual eu prontamente acendi, voltei a sentar-me onde estava anteriormente, acendi um cigarro e tirei uma grande baforada do mesmo. Marta insistiu:

- Diz-me, por favor. Aproveitar as coisas boas da vida, como?

- Não me digas que ele não tem amigas, não conhece mais mulheres…

- Claro que conhece, mas….. Estás a sugerir que…..

- Claro que sim. Que outro motivo poderia levá-lo a estar este tempo todo sem te dizer nada? Ele anda a curtir a vida. – Senti-me um pouco divertido, principalmente com a expressão de incredulidade estampada no rosto da Marta. Ela olhou para mim e disse:

- Mas…. Ele é tão betinho, não parte um único prato….

- Pois agora parece que tem andado a partir a loiça toda. – E dei uma pequena gargalhada. Marta olhou para mim com uma expressão de reprovação e disse:

- De que te ris? Ainda estás a gozar comigo. Vou-me embora! – E estava prestes a erguer-se do sofá quando eu avancei até ela, sentei-me a seu lado, agarrei o seu queixo, fazendo-a olhar para mim. Com a outra mão ajeitei o seu cabelo, e disse-lhe:

- Martinha, é absolutamente normal. Disseste-lhe que querias viver melhor a vida antes de te casares e é bastante plausível que ele tenha optado por fazer isso mesmo, julgando que também tu o fazes. Ou ele não tem direito? – Marta olhou-me com uma expressão intrigante. Nos seus lábios surgiu um sorriso. Semicerrou os olhos e, olhando para mim intensamente, disse:

- Ahh…. Então é isso! Ele anda a dar umas voltinhas. Pois que aproveite bem! Eu deveria fazer o mesmo, mas não tenho nada queda para levar para a cama um gajo qualquer que não conheço de lado algum.

- Pois, isso agora….

- E infelizmente não me lembro de ninguém, para poder dar uma cambalhota. Também mereço, não?

- Não consegues mesmo lembrar-te de ninguém? – Perguntei-lhe, com um sorriso. Estava divertidíssimo com a forma como a conversa tinha evoluído. Levantei-me, peguei no copo, bebi o resto do conteúdo de um trago e perguntei-lhe se ela queria mais. Por sua vez, Marta fez o mesmo e deu-me o copo. Dirigi-me ao balcão do bar, pousei os dois copos no lava-loiças, tirei outros dois do armário e servi mais duas generosas doses de wiskie. Enquanto fazia isto, não deixava de pensar que a conversa estava bem encaminhada, embora não fosse garantido que viesse a ter algum sucesso com a Marta. Tem piada, sempre a achei uma miúda bastante jeitosa, muito bonita, mas não sei o motivo pelo qual nunca tinha feito um avanço sobre ela. Talvez fosse hoje o dia. Vamos a ver, pensei, enquanto regressava para junto dela. De pé, á sua frente, estiquei-lhe o copo e olhando para ela, perguntei:

- Mas voltando ao assunto de há pouco….. de certeza que não fazes a mínima ideia de um bom amigo disponível e com vontade de ser seduzido por ti? – Ela olhou para mim, deu um bom trago na sua bebida e respondeu:

- Não me digas que….

- Pois…. Que achas, minha querida?

- Nunca tinha pensado nisso. A sério?

- A sério, minha querida. – Ela olhou para mim com uma expressão maliciosa, engoliu o resto da bebida de um trago e disse:

- Sabes, Alexandre, gosto tanto quando me chamas de querida….. – Eu sorri e disse-lhe:

- para mim é um gosto, Martinha. Estiquei-lhe a mão. Ela deu-me a sua mão. Puxei-a com algum vigor, colocando-a de pé, bem junto a mim. Apertei-a contra mim e ela de certeza que sentiu a minha masculinidade já rija, a exercer pressão contra o seu baixo ventre. Olhei-a nos olhos, acariciei a sua face e os nossos lábios tocaram-se. Senti naquele preciso instante que era algo que ambos desejávamos bastante. Ela respondeu ao beijo, iniciando uma dança sensual entre a sua língua e a minha. Apertei-a ainda mais e penso que ela teve nesse momento a certeza sobre aquilo que se iria passar a seguir. Marta deu um suspiro e deixou a sua mão descer ao longo do meu corpo, agarrando e apalpando com força a grande tumefacção que já se notava bastante bem nas minhas calças. Prestou-se a começar a abrir a braguilha, mas não deixei. Peguei-lhe ao colo e saí com ela em direcção ao meu quarto. Dei um pontapé na porta, que se abriu, entrei quarto adentro, atirei-a para cima da cama, agarrei-a com vigor, colocando-a de gatas na cama, levantei-lhe a saia, baixei-lhe a cueca, baixei as minhas calças e os boxers, ficando apenas de botas, calças em baixo, dólmen vestido, cinturão e pistola. O meu membro estava duro como uma barra de puro aço, latejava, enquanto desafiava orgulhosamente a gravidade. Aproximei-me de Marta, por trás, agarrei-a pela cintura, com ambas as mãos, fortemente agarradas a ela e comecei a esfregar o meu membro na sua vagina. Ela estava inundada em fluidos, quente, bastante quente. Encostei a cabeça à entrada daquele antro de prazer e forcei ligeiramente. Senti a mesma a entrar nela. Iniciei um delicioso movimento de vai vem, mas apenas com a cabeça a entrar e a saír de dentro dela. Ela gemia intensamente. Prolonguei este jogo por mais uns momentos, até que, num impulso, entrei todo dentro dela. Ela deu um pequeno grito. Iniciei um movimento de vai vem, enquanto a minha mão direita, passando pela frente da sua perna direita, começou a acariciar o seu monte de vénus e depois o seu botãozinho do prazer. Acelerei o movimento de vai vem. Marta gritava e eu naquele momento já não me importava se alguém nos apanhasse em pleno acto, ou que descobrisse o que estávamos a fazer. Senti verdadeiro amor por aquela linda mulher, enquanto a penetrava em estocadas cada vez mais intensas e rápidas. Marta continuava a gritar de prazer. Acelerei ainda mais. Era chegado o momento, o grande final. De repente, senti como se todo o meu ser fugisse de mim para o interior de Marta. Um orgasmo violento invadiu todo o meu corpo, ao mesmo tempo que o corpo de Marta também convulsionava. Caí, estoirado em cima dela e beijei-a. Sentia que amava Marta, que ela era a mulher com quem desejava casar e ter filhos e que ela era ao mesmo tempo a mulher que me faria cometer uma infidelidade, para poder estar com ela, tudo ao mesmo tempo. Acabei por não lhe dizer nada, não fosse ela ficar assustada e nunca mais me procurar, nem como bom amigo.

Será que um dia iremos repetir tudo isto? Ficou a questão no ar, apenas na minha cabeça. Sorri-lhe e dei-lhe mais um beijo. Tinha sido sensacional.

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